segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sequência didática



CURSO: MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO – TURMA I
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM DE LEITURA E ESCRITA

Público-alvo: 6º ano
Aulas previstas: 08 aulas
Texto: Avestruz
Autor: Mário Prata
 I ) Antes da leitura (ler nas linhas)
Objetivos: Levantar os conhecimentos prévios dos alunos, definir, como objetivo da leitura, a observação de textos narrativos em diferentes linguagens, antecipar o tema ou ideia principal do texto através de questionamentos.
Metodologia: Roda de conversa (Qual tipo de texto? O que o título sugere? Você conhece um avestruz? Tem animal de estimação? Conhece algum animal exótico?)
 II) Durante a leitura (ler nas entrelinhas)
Objetivos: trabalhar o gênero crônica contemplando os elementos da sequência narrativa (foco narrativo, espaço, tempo, personagens, enredo) e as características da narrativa (apresentação, conflito, clímax, desfecho)
Metodologia: Leitura silenciosa pelo aluno; leitura expressiva em voz alta pelo professor (fruição/apreciação); releitura pelo professor, com pausas para esclarecimento de palavras desconhecidas a partir de inferências ou consulta a dicionário; localização e identificação no texto das  características do avestruz para posterior ilustração (releitura em linguagem visual) e multimodal (pesquisa na sala de informática de imagens de avestruz e informações científicas sobre sua espécie para confirmação das hipóteses).
Leitura de outros textos:
Mamãe trouxe um lobo para casa, da  autora Rosa Amanda Strausz.
Filme: O bicho vai pegar I e II
III) Depois da leitura (ler por trás das linhas)
Objetivos: Retomar os questionamentos iniciais, esclarecendo dúvidas quanto ao gênero, ao tema e as escolhas lexicais.
Metodologia:
Pedir aos alunos que escrevam:
1-  um texto, contando uma história de aventura vivida com seu animalzinho de estimação.
2- uma carta ou e-mail para o garoto do texto, refletindo sobre a escolha dos animais de estimação  
IV) Referências
Referências de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora.
Sequência didática “O caso do espelho” , de Ricardo Azevedo elaborada pela PCNP Tamar Naline Shumiski- 2008
Literatura em minha casa “ Historinhas pescadas” – “Mamãe trouxe um lobo para casa”- Rosa Amanda Strausz


Click

Publicado em 10/8/2006 às 15:00

Texto por João Paulo Rezek

Eu reconheço que Adam Sandler já fez muita coisa de qualidade duvidosa no cinema. Tem filmes dele que beiram a estupidez e conseguem ser completamente sem graça, mesmo sendo comédias. O que acontece neste Click, no entanto, é diferente. O filme não pode ser bem classificado como comédia, pois está mais para uma comédia romântica que intercala partes do humor meio grosseiro típico do Adam Sandler com momentos tristes e de trilha sonora melancólica e, ao final, uma lição de moral para emocionar a família.
A premissa, todavia, é bem interessante e, até a metade do filme, os momentos engraçados prevalecem com base nesta idéia: um arquiteto que não consegue conciliar seus momentos familiares com seu árduo trabalho vai a uma loja chamada “Cama, Banho e Além” e, no setor do “Além” encontra um cara meio maluco que lhe dá um controle remoto universal. Só que ele vai descobrir, em seguida, que o termo “universal” é levado ao pé da letra pelo aparelhinho, pois o mesmo controla tudo ao redor dele.
Como ele faz isso? Bom, imagine que sua vida fosse um filme em DVD, caro delfo nauta. Com o tal controle, você poderia rever tudo o que quisesse no seu passado, podendo escolher se quer ver as coisas escutando comentários ou não. Mas espere! Não é só isso não! Você ainda poderia paralisar as pessoas quando quisesse, diminuir o volume de conversas chatas para não ser obrigado a escutar baboseiras e o melhor, pular capítulos! Vamos supor que você quer muito acessar a DELFOS, mas está numa ilha deserta, de férias com seus parentes mais chatos, incluindo sua sogra. Com o controle nas mãos, bastaria você dizer “pular para o dia em que chegaremos em casa” e apertar o botão do “Forward”.
O que acontece, na realidade, é que pra você o tempo pula até o momento desejado, mas para o mundo ao redor o tempo corre normalmente e você também está lá, no chamado “piloto-automático”, ou seja, o seu corpo agüenta toda a chatice, mas, para a sua mente, é como pular um capítulo. Legal isso, não? A principio parece ser bem legal, mas o problema de tudo, que faz a trama do filme começar a ficar triste, é que o aparelho tem memorização automática e é esse o outro lado da moeda.
Quando Michael Newman (o personagem de Sandler) começa a pular por repetidas vezes as coisas de seu cotidiano, como discussões com a esposa, o tempo perdido no trânsito e etc, tudo desaba ao seu redor. No momento em que ele decide não fazer mais isso, já é tarde. O controle memorizou e todas as vezes que sua mulher começa a brigar com ele, pula o capítulo até ela ter se acalmado. O pior é que essa é só uma das coisas memorizadas, e o que acontece é que o tom cômico do filme muda completamente quando o tempo vai passando cada vez mais rápido e logo nos deparamos com um Michael Newman velho, que mal reconhece os próprios filhos (que, para ele, crescem uns 3 anos a cada dia) e também não sabe que morreu uma pessoa muito importante de sua família (que eu obviamente não vou contar quem é, para não estragar a surpresa), enquanto ele estava no “piloto automático”.
Esse momento em que Newman se dá conta de que sua vida toda passou sem que ele tivesse aproveitado nada dela é bem triste mesmo. Foi nessa hora que esse crítico que vos escreve quase chorou. Ainda digo que Click é o filme mais triste de Adam Sandler por causa dessa parte final, que se resolve de modo bem clichê, mas que não chega a estragar essa comédia romântica.
Confesso que, com esse Click, até me lembrei daquele filme Um Homem de Família, com o Nicolas Cage, afinal a melancolia de alguém que só vive para o trabalho e não aproveita a família está presente aqui do mesmo modo que está no filme de Brett Ratner. A diferença está mesmo no tom mais bem humorado presente no roteiro deste aqui, que, apesar de bobo e muitas vezes grosseiro, faz rir bastante. É por isso que esse é, também, o filme mais engraçado de Adam Sandler. Confuso? Então assista e entenderá melhor.


Almir Sater

Tocando Em Frente

Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso, porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe
eu só levo a certeza de que muito pouco eu sei, eu nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs,
o sabor das massas e das maçãs,
é preciso amor pra poder pulsar,
é preciso paz pra poder sorrir,
é preciso a chuva para florir.
Penso que cumprir a vida seja simplesmente
compreender a marcha,e ir tocando em frente
como um velho boiadeiro levando a boiada,
eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,
estrada eu sou
Todo mundo ama um dia todo mundo chora,
Um dia a gente chega, no outro vai embora
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz,
de ser feliz
Ando devagar porque já tive pressa
e levo esse sorriso porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua história,
e cada ser em si, carrega o dom de ser capaz, de ser feliz.

Cotidiano
Todo dia ela faz tudo sempre igual:
Me sacode às seis horas da manhã,
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã.
Todo dia ela diz que é pr'eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher.
Diz que está me esperando pr'o jantar
E me beija com a boca de café.
Todo dia eu só penso em poder parar;
Meio-dia eu só penso em dizer não,
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão.
Seis da tarde, como era de se esperar,
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão.
Toda noite ela diz pr'eu não me afastar;
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pr'eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor.
Todo dia ela faz tudo sempre igual:
Me sacode às seis horas da manhã,
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã.
Todo dia ela diz que é pr'eu me cuidar
E essas coisas que diz toda mulher.
Diz que está me esperando pr'o jantar
E me beija com a boca de café.
Todo dia eu só penso em poder parar;
Meio-dia eu só penso em dizer não,
Depois penso na vida pra levar
E me calo com a boca de feijão.
Seis da tarde, como era de se esperar,
Ela pega e me espera no portão
Diz que está muito louca pra beijar
E me beija com a boca de paixão.
Toda noite ela diz pr'eu não me afastar;
Meia-noite ela jura eterno amor
E me aperta pr'eu quase sufocar
E me morde com a boca de pavor.
Todo dia ela faz tudo sempre igual:
Me sacode às seis horas da manhã,
Me sorri um sorriso pontual
E me beija com a boca de hortelã.


TEXTO: Pausa de Moacyr Scliar

PAUSA

Às sete horas o despertador tocou. Samuel saltou da cama, correu para o banheiro. Fez a barba e lavou-se. Vestiu-se rapidamente e sem ruído. Estava na cozinha, preparando sanduíches, quando a mulher apareceu, bocejando:
            —Vais sair de novo, Samuel?
Fez que sim com a cabeça. Embora jovem, tinha a fronte calva; mas as sobrancelhas eram espessas, a barba, embora recém-feita, deixava ainda no rosto uma sombra azulada. O conjunto era uma máscara escura.
            —Todos os domingos tu sais cedo – observou a mulher com azedume na voz.
            —Temos muito trabalho no escritório – disse o marido, secamente.
Ela olhou os sanduíches:
            —Por que não vens almoçar?
            —Já te disse: muito trabalho. Não há tempo. Levo um lanche.
A mulher coçava a axila esquerda. Antes que voltasse a carga, Samuel pegou o chapéu:
            —Volto de noite.
As ruas ainda estavam úmidas de cerração. Samuel tirou o carro da garagem. Guiava vagarosamente, ao longo do cais, olhando os guindastes, as barcaças atracadas.
Estacionou o carro numa travessa quieta. Com o pacote de sanduíches debaixo do braço, caminhou apressadamente duas quadras. Deteve-se ao chegar a um hotel pequeno e sujo. Olhou para os lados e entrou furtivamente. Bateu com as chaves do carro no balcão, acordando um homenzinho que dormia sentado numa poltrona rasgada. Era o gerente. Esfregando os olhos, pôs-se de pé:
            —Ah! Seu Isidoro! Chegou mais cedo hoje. Friozinho bom este, não é? A gente...
            —Estou com pressa, seu Raul – atalhou Samuel.
            — Está bem, não vou atrapalhar. O de sempre - Estendeu a chave.
Samuel subiu quatro lanços de uma escada vacilante. Ao chegar ao último andar, duas mulheres gordas, de chambre floreado, olharam-no com curiosidade:
            —Aqui, meu bem! – uma gritou, e riu: um cacarejo curto.
Ofegante, Samuel entrou no quarto e fechou a porta a chave. Era um aposento pequeno: uma cama de casal, um guarda-roupa de pinho: a um canto, uma bacia cheia d’água, sobre um tripé. Samuel correu as cortinas esfarrapadas, tirou do bolso um despertador de viagem, deu corda e colocou-o na mesinha de cabeceira.
Puxou a colcha e examinou os lençóis com o cenho franzido; com um suspiro, tirou o casaco e os sapatos, afrouxou a gravata. Sentado na cama, comeu vorazmente quatro sanduíches. Limpou os dedos no papel de embrulho, deitou-se fechou os olhos.
Dormir.
Em pouco, dormia. Lá embaixo, a cidade começava a move-se: os automóveis buzinando, os jornaleiros gritando, os sons longínquos.
Um raio de sol filtrou-se pela cortina, estampou um círculo luminoso no chão carcomido. 
Samuel dormia; sonhava. Nu, corria por uma planície imensa, perseguido por um índio montado o cavalo. No quarto abafado ressoava o galope. No planalto da testa, nas colinas do ventre, no vale entre as pernas, corriam. Samuel mexia-se e resmungava. Às duas e meia da tarde sentiu uma dor lancinante nas costas. Sentou-se na cama, os olhos esbugalhados: o índio acabava de trespassá-lo com a lança. Esvaindo-se em sangue, molhando de suor, Samuel tombou lentamente; ouviu o apito soturno de um vapor. Depois, silêncio.

Às sete horas o despertador tocou. Samuel saltou da cama, correu para a bacia, levou-se. Vestiu-se rapidamente e saiu.
Sentado numa poltrona, o gerente lia uma revista.
            — Já vai, seu Isidoro?
            —Já – disse Samuel, entregando a chave. Pagou, conferiu o troco em silêncio.
            —Até domingo que vem, seu Isidoro – disse o gerente.
            —Não sei se virei – respondeu Samuel, olhando pela porta; a noite caia.
            —O senhor diz isto, mas volta sempre – observou o homem, rindo.
Samuel saiu.
Ao longo dos cais, guiava lentamente. Parou um instante, ficou olhando os guindastes recortados contra o céu avermelhado. Depois, seguiu. Para casa.

(in: Alfredo Bosi, org. O conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cultrix, 1977. p. 275)

Sequência didática


CURSO: MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO – TURMA I
SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM DE LEITURA E ESCRITA

Grupo:
Carina Rogéria da S. Carvalho EE Pref. José Ribeiro
Dirce Lanzote EE Pref. José Ribeiro
Erica Diane Garcia Bozada EE Carlos de Arnaldo Silva
Fabiana Moreira da Rocha Maximo EE Carlos de Arnaldo Silva
Karoline Brocks Franco EE Carlos de Arnaldo Silva
Vanderleia Lopes de Andrade EE Francisco Molina Molina

Público-alvo:
9º ano / 8ª série
Aulas previstas: 6 aulas.

Texto: Pausa

Autor: Moacyr Scliar

I)Antes da leitura (ler nas linhas)
Objetivos: (capacidades de leitura e escrita a serem trabalhadas)
● Levantamento do conhecimento prévio sobre o assunto.
● Expectativas em função da formatação do gênero (divisão em colunas, segmentação do texto...)
● Expectativas em função do autor ou instituição responsável pela publicação.
1- Ao ler o título do texto, o que você acha que ele sugere?
2- Você já ouviu falar do autor do texto? Se sim, que gênero textual ele costuma escrever (conto, poesia, crônica, HQ...)?
3- Onde seus textos são publicados?
Metodologia:
Leitura expressiva;
Leitura compartilhada;
Discussão oral;

II) Durante a leitura (ler nas entrelinhas)
Objetivos: (capacidades de leitura e escrita a serem
 trabalhadas)
● Construção do sentido global do texto;
● Identificação das pistas lingüísticas responsáveis por introduzir no texto a posição do autor.
1- Leitura expressiva em voz alta feita pelo professor, com pausas compartilhando e instigando os alunos a preverem o que irá acontecer.
— Todos os domingos tu sais cedo — observou a mulher comazedume na voz.
— Temos muito trabalho no escritório — disse o marido,secamente
(Pausa) Vocês acham que o marido realmente irá trabalhar? Onde ele irá?
- Ah! seu Isidoro! Chegou mais cedo hoje.
(Pausa) Por que vocês acham que o recepcionista chamou-o de Izidoro?
- Estou com pressa, seu Raul - atalhou Samuel.
- Está bem, não vou atrapalhar. O de sempre. - Estendeu achave.
Samuel subiu quatro lanços de uma escada vacilante.
(Pausa) O que vocês acham que ele foi fazer lá?
2- Releitura silenciosa feita pelos alunos indicando as palavras cujos sentidos são desconhecidos.

III) Depois da leitura (ler por trás das linhas)
Objetivos: (capacidades de leitura e escrita a serem trabalhadas)
- Construção de síntese semântica do texto;
- Troca de impressões a respeito dos textos lidos, fornecendo indicações para sustentação de sua leitura e acolhendo outras posições.
1- Retomar os questionamentos iniciais, esclarecendo as dúvidas quanto ao gênero crônica.
2- Retomar o questionamento a respeito do conhecimento prévio sobre o título Pausa. Após a leitura qual a relação do texto com o título?
3- Quanto ao personagem principal:
- defina suas características psicológicas.
4- Quanto ao espaço:
- identifique no texto os marcadores espaciais.
 - Chamar atenção dos alunos para as condições do hotel em que a personagem se hospedava. A partir disso, qual a condição social de Samuel?
5- Quanto ao tempo:
- identificar no texto os marcadores temporais.
- qual o tempo de duração da história.
- o enredo é linear ou não linear.
6- Quanto ao narrador:
Pedir aos alunos que identifique o foco narrativo do texto.
7 Análise lingüística:
- período simples e composto;
- período composto por coordenação;
Produto Final:
Leitura do texto “Dois Velhinhos” de Dalton Trevisan
Análise oral comparativa das questões sociais do texto “Pausa”

V) Referências
Letramento e capacidade de leitura para cidadania – Rojo, Roxane
Gêneros orais e escrito na escola – Joaquim Dolz e Bernard Schneuwly

domingo, 16 de junho de 2013


                                 

 Curso: Melhor Gestão / Melhor Ensino
Curso2: Formação Continuada de Professores de Língua Portuguesa dos anos finais do Ensino Fundamental  2013.
Turma 214- Grupo 2
Maria Aparecida Gomes Seraguci
E E Profª Maria Pereira de Brito Benetoli
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Gênero: Conto
Público Alvo: Alunos do 8ª e 9ª ano.
Aulas Previstas: 6 aulas
Texto : Pausa
Autor:Moacyr Scliar
I- Antes da Leitura.
Objetivo:
*Investigar os conhecimentos prévios do leitor sobre o autor, título e gênero.
Metodologias:
*Através de perguntas, instigar os alunos a repeito do nome do texto, do autor, da capa, do gênero e do tema.
1ªVocê já leu ou ouviu falar do autor?
2ªO que é possível sugerir sobre o título do texto?
3ªAtravés do título é possível deduzir a tipologia e o gênero a que pertencem o texto?
4ªAlguém já sentiu necessidade de dar uma pausa no seu cotidiano?
II- Durante a Leitura.
Objetivos:
*Conhecer o texto em sua íntegra pela leitura silenciosa, compartilhada e ouvida.
*Identificar o gênero conto e suas características.
Metodologias:
*Observar e relacionar a descrição da personagem central do tema.
*Atentar para a progressão do enredo através dos marcadores temporais.
*Reconhecer o foco narrativo através dos  índices .
*Ler e dar pausas, questionando os alunos sobre o que está acontecendo.
III- Depois da Leitura.
Objetivos:
*Ampliar o conhecimento dos alunos em relação ao gênero, texto literário, autor e suas capacidades leitoras.
Metodologias:
*Discutir com os alunos sobre o comportamento da personagem.
*Fazer comentários sobre as relações entre conhecimentos prévios dos leitores, suas hipóteses e a análise dos elementos contextualizados e discutidos no momento I-Antes da Leitura.
*Refletir a questão de como vive o homem no mundo  pós-moderno.
*Exibir o filme "Click", do Diretor: Frank Coraci, mostrando a relação da vida cotidiano, os desgastes do mundo moderno e a necessidade de se dar uma pausa na vida.
*Audição das músicas: "Cotidiano" (Chico Buarque) e "Tocando em Frente" (Almir Sater).
Avaliação:
*Os alunos serão avaliados constantemente, durante todo o processo de leitura e análise do texto.
*Pesquisa em grupo sobre o homem e as consequências do mundo moderno em suas vidas.
Socialização das pesquisas pelos grupos.
Referências:
Letramento e Capacidades de Leitura para Cidadania.(Roxane Rojo)
Gêneros e Progressão em Expressão oral e escrita- elementos para reflexões sobre uma experiência suíça (francófona). (Joaquim Dolz & Bernard Schneuwly)
Scliar, Moacyr. Pausa. In: Bosi. Alfredo (Org.) Conto Brasileiro Contemporâneo.
Grupo 2
Cleide Aparecida Savazzi Bertoncini
Karoline Brocks Franco
Luciney Aparecida Marques Pereira
Maria Aparecida Gomes Seraguci